Para indústria Catálogo digital sempre atualizado, com preço por cliente.

Um cadastro só alimenta o site, o representante na rua e o PDF que o cliente pede por e-mail. Quando o preço muda, muda em todo lugar no mesmo instante — e o item que saiu de linha para de aparecer antes de alguém vendê-lo.

Marcas que confiam na Vibe

+ O problema

O catálogo em PDF nasce desatualizado.

Ele fica pronto, vai para o e-mail de todo mundo e, na primeira mudança de tabela, vira ficção. Só que ninguém recolhe o arquivo de volta — e ele continua vendendo por você.

+Existem três versões do seu catálogo circulando. A do site, a que o representante salvou no celular e a que o cliente baixou ano passado. Cada uma diz um preço, e a que vale é sempre a que o cliente tem na mão. +A tabela mudou e ninguém avisou. O reajuste sai numa planilha, alguém repassa no grupo, alguém não lê. Aí chega o pedido com o preço antigo, e a escolha é ruim dos dois lados: honrar e perder margem, ou voltar atrás com o cliente. +Representante vendendo produto que saiu de linha. Ele prometeu prazo, o cliente programou a produção dele em cima disso — e a fábrica avisa que o item não existe mais. Quem fica mal na foto é quem vendeu. +Atualizar é um projeto, não uma tarefa. Foto, descrição, código, ficha técnica e preço vivem em lugares diferentes. Mexer no catálogo custa tanta gente que a decisão vira “deixa para a próxima edição”.
+ O custo escondido

Todo catálogo impresso tem prazo de validade.

O problema não é o PDF em si — é ele ser a única fonte. A partir do dia em que sai, ele só se afasta da verdade.

D+0

Sai o catálogo

Preço conferido, mix conferido, foto nova. É o único dia do ano em que o arquivo está certo.

D+30

Muda um custo

Matéria-prima, câmbio ou frete mexem na tabela de uma linha. O arquivo não sabe disso, e o cliente também não.

D+90

Entra e sai produto

Dois itens saem de linha, três entram. O catálogo continua oferecendo o que a fábrica não produz mais e escondendo o que ela acabou de lançar.

D+180

Vira retrabalho

Pedido errado, orçamento refeito, promessa desfeita com o cliente. O custo do arquivo velho não aparece em nota nenhuma — aparece na margem e na confiança.

Um catálogo digital não é o PDF na tela. É a fonte que passa a mandar no PDF.

+ Como funciona

Você atualiza num lugar. Muda em todos.

O produto passa a ter um cadastro único: código, descrição, foto, ficha técnica, aplicação, disponibilidade e as tabelas de preço. Tudo o que o cliente vê nasce dali.

A fonte

O cadastro do produto

Alimentado pelo seu ERP ou mantido no painel, do jeito que fizer sentido para a sua fábrica.

  • + Código, descrição e aplicação
  • + Foto, desenho e ficha técnica
  • + Tabelas de preço e vigência
  • + Situação: ativo, fora de linha, substituto
01

Catálogo no site

Aberto para quem está pesquisando o que você fabrica, com busca por código e por aplicação. É por aqui que chega quem ainda não é seu cliente.

02

Catálogo do cliente logado

O mix e a tabela que aquele cliente negociou. Mesmo produto, preço dele — sem ninguém precisar consultar o escritório.

03

Catálogo do representante

Na visita, no celular, com a carteira dele e a condição de cada cliente. Funciona mesmo onde a internet da fábrica do cliente não chega.

04

PDF gerado na hora

O cliente ainda vai pedir o arquivo — e ele continua existindo. Só que agora é gerado no momento do pedido, com a tabela vigente e a data impressa nele.

+ O que entra no catálogo

O catálogo que a sua linha de produto exige. Não um site com fotos.

+ A regra que trava todo projeto

Preço na internet não significa preço para todo mundo.

É o medo legítimo de quase toda indústria: expor tabela para o concorrente e atropelar a revenda. A resposta é controlar quem vê o quê — em três níveis.

Nível 1

Visitante

Produto sim, preço não

Ficha técnica, aplicação, medidas e foto — tudo que faz você ser encontrado por quem procura o que fabrica. O preço fica atrás de um pedido de orçamento, que já entra como oportunidade para o comercial.

Nível 2

Cliente com cadastro

O mix e a tabela dele

Entrou com o login, vê o que negociou: a linha liberada para ele, o preço da tabela dele e a condição de pagamento acordada. O concorrente não tem cadastro — logo não tem preço.

Nível 3

Representante

A carteira inteira dele

Vê a condição de cada cliente da carteira, o limite de desconto que pode dar e o histórico de compra antes de entrar na visita. É quem mais ganha com o catálogo vivo.

Nada disso atropela a revenda. A indústria continua vendendo para quem sempre vendeu — o catálogo só para de exigir um telefonema para responder o que já estava combinado. Se a sua política manda direcionar o consumidor final para o distribuidor mais próximo, isso também vira regra no sistema.

+ O caminho

Do Raio-X ao catálogo no ar: quatro etapas.

01

Raio-X

Onde vivem hoje foto, descrição, ficha técnica e preço; quantos itens existem de verdade; quem atualiza o quê. Sem custo e sem compromisso.

02

Organização do cadastro

A parte que ninguém quer fazer e que decide o projeto: padronizar código, categoria, atributo e imagem. Fazemos junto com o seu time, não por cima dele.

03

Catálogo e integração

Montamos o catálogo, os níveis de acesso e a geração de PDF, e ligamos no ERP para preço, estoque e situação virem do sistema que já manda na fábrica.

04

Rotina

Treinamos quem vai manter e definimos a rotina de atualização — quem mexe, quando e com que aprovação. Catálogo vivo é processo, não entrega única.

Cases

Indústrias. Catálogo que trabalha.

Três operações diferentes, o mesmo movimento: transformar informação de produto em pedido e orçamento.

Quem somos

Pessoas reais por trás da estrutura.

Desenvolvimento, integração e IA sob a mesma lógica: entender como a sua indústria vende antes de falar de tecnologia. Diagnóstico, escopo e prazo definidos antes de começar.

Conhecer a Vibe →
Marco Frasson — CEO da Vibe Digital
Marco FrassonCEO
Tiago Januário — COO da Vibe Digital
Tiago JanuárioCOO
Gabriel — CTO da Vibe Digital
GabrielCTO
Lucas — CS da Vibe Digital
LucasCS

O time por trás da estrutura

+ Perguntas diretas

O que todo dono pergunta antes de fechar.

Vou ter que expor meu preço para o mercado?

Não. Você decide o que cada nível enxerga: visitante vê o produto e pede orçamento, cliente com cadastro vê a tabela dele, representante vê a carteira. É a sua política comercial que define a regra — o catálogo só passa a cumpri-la sem depender de alguém atender o telefone.

Meus produtos estão numa planilha bagunçada. Dá para começar?

Dá — e é assim que quase todo projeto começa. A organização do cadastro é uma etapa formal do trabalho: padronizamos código, categoria, atributo e imagem junto com quem conhece o produto na sua empresa. Só que isso vira escopo com prazo, não uma pendência eterna no fim da lista.

E o PDF? Meus clientes pedem o arquivo.

Continua existindo, e melhor: é gerado na hora, com a linha e a tabela daquele cliente e a data de geração impressa. O que muda é o papel dele — deixa de ser a fonte da verdade e passa a ser uma foto do catálogo naquele momento.

Puxa preço e estoque do meu ERP?

Sim, quando o seu ERP permite — e é o que mapeamos primeiro no Raio-X. Preço, situação do item e disponibilidade vêm do sistema que já manda na fábrica. Onde não houver integração possível, definimos uma rotina de atualização simples, com responsável e frequência.

Meu representante vai perder espaço para o catálogo?

Ao contrário: ele é o maior beneficiado. Para de vender item fora de linha, para de prometer preço vencido e chega na visita sabendo o que o cliente comprou e o que deixou de comprar. O catálogo tira dele o trabalho de conferir, não o cliente.

Quantos produtos ele aguenta?

Linha de indústria costuma ter muito item parecido, com variação de medida e material — é justamente esse caso que o catálogo resolve, com atributo, filtro e busca por código ou aplicação. O volume da sua linha entra no dimensionamento durante o Raio-X.

+ Continue por aqui

O catálogo é o começo. Depois dele vem o pedido.

+ Próximo passo

Comece enxergando. O Raio-X é de graça.

Antes de falar de catálogo, a gente olha o que a sua indústria já tem de informação de produto, onde ela está espalhada e o que isso custa por mês em retrabalho. No fim você recebe um documento com um plano priorizado — e ele é seu, seguindo com a gente ou não.