O próximo pedido pelo portal pode ser o seu.
Comece pelo Raio-X e veja onde o seu pedido trava hoje, do bloquinho até o ERP.
O representante abre o portal, vê o catálogo certo, a tabela do cliente que ele está atendendo e monta o pedido ali mesmo. O que ele envia chega pronto no seu ERP — sem WhatsApp, sem planilha e sem ninguém digitando de novo do outro lado.
Quem usa o portal é o seu representante, o seu distribuidor e o seu revendedor — os que já compram de você. Não é loja para consumidor final.
Se o pedido nasce numa foto de bloquinho no WhatsApp e termina em alguém digitando no ERP, a sua indústria paga duas vezes pelo mesmo pedido — e ainda corre o risco de errar no meio.
Nada disso é culpa do representante. Ele faz o que dá com a ferramenta que tem: um celular, um catálogo em PDF e uma tabela que muda sem avisar. O portal existe para dar a ele a informação certa na hora da visita — e para que o pedido dele entre pronto na sua operação.
Preço por cliente, desconto permitido, pedido mínimo, prazo de pagamento, item disponível. O que hoje mora em PDF, planilha e na cabeça de cada um vira a regra que o portal aplica sozinho, na hora.
Quero isso na minha indústria →O representante monta o pedido na frente do cliente, confere o total e envia. Funciona no celular, e o que foi digitado sem sinal sobe quando a conexão volta.
Falar sobre isso → 02Cada cliente com a tabela dele, o desconto que foi negociado e o prazo que ele tem. Trocou a tabela na fábrica, trocou no portal — ninguém vende com preço velho.
Falar sobre isso → 03Linha, código, embalagem, múltiplo de caixa e ficha técnica no mesmo lugar. O representante mostra o produto na tela em vez de descrever de memória.
Falar sobre isso → 04Pedido mínimo, múltiplo de caixa, limite de desconto, prazo por perfil de cliente. A política comercial cumprida sem ninguém precisar vigiar.
Falar sobre isso → 05Quem o representante atende, o que cada cliente comprou nas últimas vezes, o que ele deixou de comprar e quanto já pediu no mês. A carteira deixa de morar num caderno.
Falar sobre isso → 06Pedido por representante, por cliente e por linha, em tempo real. Você para de esperar o fechamento do mês para saber como está a venda.
Falar sobre isso →Cada um entra com um login próprio e enxerga só o que é dele: a carteira dele, a tabela dele, os pedidos dele. Nada é aberto ao público.
Monta e envia o pedido do cliente que está visitando, com a tabela e as condições daquele cliente. Continua dono da conta e da comissão.
Repõe estoque no horário que quiser, sem depender de alguém atender. Compra o que já compra de você, com as condições que já foram negociadas.
Vê o mix que foi liberado para ele, com o preço dele. Sem precisar ligar para perguntar se um item ainda existe.
Isso não é vender direto ao consumidor final. O portal é fechado, por login, e atende exatamente quem já compra de você. Ele não abre um canal novo que concorre com o seu distribuidor nem tira o representante da relação — dá a ele a informação e o tempo que hoje se perdem em digitação. Se o seu plano for vender ao consumidor final, essa é outra conversa, e a gente diz isso antes de começar.
Nenhum portal funciona se quem vende não usar. Por isso a régua aqui é uma só: o representante precisa sair da visita com mais informação e menos trabalho do que tinha antes. Se o portal não fizer isso, ele volta para o bloquinho — e a culpa é do projeto, não dele.
Sem anotar para passar a limpo depois, sem ligar para a fábrica confirmar preço. O pedido sai da visita já enviado.
Últimas compras, itens de sempre e o que ele deixou de pedir. A conversa começa numa oportunidade concreta, não num “e aí, precisa de alguma coisa?”.
A tabela vigente e o que está disponível aparecem na tela. Acaba a ligação constrangedora de dois dias depois para corrigir o combinado.
Ele vê em que pé está cada pedido que enviou, sem precisar cobrar ninguém no escritório. E o cliente pergunta para ele, não para a fábrica.
A gente não substitui o representante. A gente municia.
O portal não substitui o seu sistema e não pede para a sua equipe manter duas bases. Ele lê do ERP o que precisa mostrar e devolve o pedido no formato que o ERP espera.
Cadastro de produto, tabela de preço, cliente e condição comercial saem do seu sistema e chegam ao portal já prontos para uso.
Ele escolhe o cliente, e o portal já aplica a tabela, o desconto permitido e o pedido mínimo daquela conta.
Item fora de linha, quantidade fora do múltiplo ou desconto acima do limite não passam. O erro é barrado onde é barato corrigir.
Sem redigitação e sem interpretação. A partir daí o processo segue exatamente como sempre seguiu na sua fábrica.
Sem promessa mágica e sem “vira tudo de uma vez”. Cada etapa entrega uma coisa concreta que destrava a próxima — e a gente combina o prazo depois de ver o tamanho do seu catálogo e das suas integrações.
Como o pedido nasce hoje, quantas vezes ele é digitado, quais tabelas existem e o que o seu ERP consegue entregar e receber.
Preço por cliente, desconto permitido, pedido mínimo, múltiplo de caixa e prazo por perfil escritos e validados com o seu comercial.
Catálogo, acessos, telas de pedido e a ligação com o ERP. Você testa com pedidos reais antes de qualquer representante entrar.
Começa por um grupo de representantes e clientes, ajusta o que aparecer no uso real e só então abre para a equipe inteira.
Três indústrias, três pontos de partida diferentes — e o mesmo movimento: sair do processo improvisado para uma operação que registra e organiza a venda.



Comece pelo Raio-X e veja onde o seu pedido trava hoje, do bloquinho até o ERP.
Não. O portal não tira nenhuma conta dele nem abre um caminho paralelo de venda. Ele continua dono da carteira, o pedido continua atribuído a ele e a comissão segue a mesma regra de sempre. O que muda é o que ele leva para a visita: a tabela certa, o histórico do cliente e o pedido fechado na hora, em vez de anotação para passar a limpo depois.
Não. O portal é fechado, por login, e atende quem já compra de você: o distribuidor e o revendedor. Não existe vitrine aberta, não existe consumidor final comprando uma peça. É o oposto de abrir um canal concorrente — é dar mais autonomia ao canal que já sustenta o seu faturamento.
Esse é o primeiro ponto do mapeamento. Vemos o que o seu ERP consegue entregar e receber e definimos como produto, preço, cliente e pedido vão circular — antes de escrever qualquer linha de código. Ninguém precisa trocar de ERP para ter portal: quando não há integração pronta, a troca é feita por arquivo ou por uma ponte construída para o seu caso.
Sim — e é exatamente isso que separa um portal de indústria de uma loja comum. Tabela por cliente, desconto por volume, prazo por perfil e pedido mínimo são configuração, não exceção. A regra que hoje vive numa planilha e na cabeça do seu comercial passa a ser aplicada sozinha, na hora do pedido.
Só se o portal poupar tempo deles logo no primeiro uso. Por isso a tela de pedido é feita para a visita, funciona no celular e não pede treinamento longo. E a entrada é por partes: começa com um grupo pequeno, ajusta o que aparecer no uso real e só então abre para todo mundo. Portal que entra de uma vez para a equipe inteira é portal que volta para o bloquinho.
O pedido é montado mesmo sem conexão e sobe quando o sinal volta. Visita em galpão, em obra e em zona rural é regra, não exceção — quem vende para indústria sabe disso, e o portal precisa ser construído contando com isso.
Depende do tamanho do catálogo, de quantas tabelas existem e principalmente da integração com o ERP. Por isso o começo é o Raio-X: você sai dele com escopo, prazo e investimento definidos antes de decidir qualquer coisa.
Talvez não. Se o que você tem já resolve pedido, tabela e integração, o problema provavelmente está em outro lugar — em não chegar cliente novo, por exemplo. No Raio-X a gente olha o que existe antes de propor substituir qualquer coisa. Trocar sistema que funciona é custo sem retorno.
Mapeamos o caminho do pedido na sua indústria — do momento em que o representante anota até o pedido entrar no ERP — e mostramos onde ele emperra, onde ele é digitado duas vezes e onde a margem se perde. Se fizer sentido seguir, começamos pelo ponto mais caro. Se não fizer, o material é seu do mesmo jeito.