Cada cliente entra e vê o que negociou: o mix dele, o preço dele, o mínimo dele, o prazo dele. O pedido cai no seu ERP já certo — sem planilha, sem WhatsApp e sem esperar o representante voltar da estrada.
A reposição do distribuidor não precisa de venda. Precisa de acesso. Enquanto ela passar por gente, ela anda na velocidade da agenda do seu time.
Quem vê o quê, quem paga quanto, qual o mínimo de cada pedido, quem aprova o que passa do limite de crédito. O que hoje é combinado vira regra — e a regra roda sozinha, 24 horas por dia.
Quero isso na minha operação →Muita coisa vendida como “e-commerce B2B” é uma loja de consumidor com uma senha na porta. Funciona até o dia em que a sua tabela precisa aparecer.
Foi feita para quem chega pelo anúncio, compra uma vez e não tem contrato com você.
Foi feito para quem já é seu cliente, tem cadastro, tem limite e volta todo mês.
Não é preciosismo de tecnologia: é o que separa um portal que a sua revenda usa de um portal que ela abre uma vez e nunca mais. Se a regra comercial da sua indústria não couber dentro do sistema, ela continua na planilha — e você acabou de comprar mais um lugar para o pedido se perder.
Cada revenda vê a linha, a marca e o mix que negociou com você. Quem não é cliente não vê preço, e o concorrente não faz pesquisa na sua vitrine.
Falar sobre isso → 02Tabela por perfil, condição individual, desconto por volume e política de frete. A regra que hoje mora na cabeça de duas pessoas passa a morar no sistema.
Falar sobre isso → 03O cliente monta o carrinho e pede cotação; o que passa do limite ou foge da política sobe para aprovação de quem decide. Tudo registrado, fora da caixa de e-mail.
Falar sobre isso → 04Pedido mínimo por cliente, múltiplo de caixa, lote, palete, prazo e forma de pagamento por perfil. A política é cumprida sem ninguém precisar vigiar.
Falar sobre isso → 05Cadastro, estoque, preço, pedido e status de entrega sincronizados nos dois sentidos. Sem redigitação e sem duas verdades sobre o mesmo pedido.
Falar sobre isso → 06O representante entra na mesma plataforma com a carteira dele: tira pedido na visita, acompanha o que o cliente comprou pelo portal e recebe a comissão do mesmo jeito.
Falar sobre isso →Essa é a objeção número um — e é justa. Um portal mal desenhado briga com a força de vendas e morre em três meses, porque quem apresenta a solução ao cliente é exatamente quem foi passado para trás. Aqui o desenho é o contrário: o portal é ferramenta do representante.
Conversar sobre o meu time comercial →Cada cliente tem dono no cadastro. O pedido feito pelo portal nasce vinculado ao representante da carteira, com a mesma regra de comissão do pedido tirado na visita. Ele não perde venda para o site: ele passa a receber por pedido que não precisou digitar.
O item que o cliente sempre compra não precisa de argumentação. Sai da rota e vai para o portal — e a hora que sobra vai para o que só o representante faz: abrir revenda nova, subir mix, negociar volume.
Antes de entrar no cliente, ele vê o que foi comprado, o que caiu em relação ao mês passado e o que está no carrinho parado. A conversa deixa de começar do zero e passa a começar do dado.
Mapeamos como o pedido nasce hoje, quais regras comerciais existem de verdade, qual ERP está na ponta e quais clientes têm volume para migrar primeiro. Sem custo e sem compromisso.
Você recebe o desenho do portal, o que entra em cada fase e quando entra. Preço fechado, com as integrações nomeadas — não “a combinar”.
Construímos o portal, ligamos no ERP e rodamos pedidos reais em paralelo antes de virar a chave. Nada entra no ar sem bater com o que o seu sistema registra.
Levar clientes para dentro é parte do projeto: treinamento do time, apresentação com o representante e acompanhamento de quantos passaram a comprar sozinhos.
Desenvolvimento, integração e IA sob a mesma lógica: entender como a sua indústria vende antes de falar de tecnologia. Diagnóstico, escopo e prazo definidos antes de começar.
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O time por trás da estrutura
É a primeira coisa que a gente olha. No Raio-X mapeamos seu ERP e o CRM, e definimos como cadastro, estoque, preço e pedido vão circular entre os dois lados — antes de escrever qualquer linha de código. Você sabe o que integra e como já no escopo, com nome de sistema, não com “integrável”.
Não, e esse desenho é parte do projeto. Cada cliente tem um representante dono no cadastro; o pedido feito no portal nasce vinculado a ele e comissiona igual. O portal tira o pedido de reposição da mesa dele, não o cliente. Se a sua regra de comissão for por região, por linha ou mista, ela entra na configuração.
Sim — e é exatamente isso que separa um portal B2B de uma loja virtual. Preço por cliente, tabela por perfil, desconto por volume, política de frete, prazo e limite de crédito individuais são configuração, não exceção. Se hoje a regra vive numa planilha ou na cabeça de alguém, o trabalho é justamente transformá-la em sistema.
É o risco real de todo portal — e quase sempre o motivo é o mesmo: o portal não fazia o que o cliente precisava, ou ninguém levou o cliente para dentro. Por isso a adoção é uma fase do projeto, não uma torcida: escolhemos as primeiras revendas junto com o comercial, apresentamos com o representante que já atende cada uma e acompanhamos quantas passaram a comprar sozinhas.
Não. O portal conversa com o ERP que você já tem e pode viver ao lado do site institucional. Se a conclusão do Raio-X for que algo precisa mudar, você recebe o motivo em números — não uma recomendação de troca por padrão.
Depende principalmente das integrações e de quantas regras comerciais existem. Por isso o caminho começa pelo Raio-X: você sai dele com escopo, fases, prazo e investimento definidos antes de decidir qualquer coisa.
Antes de falar de portal, a gente olha a sua carteira, o caminho que o pedido percorre hoje e onde ele se perde. No fim você recebe um documento com um plano priorizado — e ele é seu, seguindo com a gente ou não.