Para indústria
Catálogo digital sempre atualizado, com preço por cliente.
Um cadastro só alimenta o site, o representante na rua e o PDF que o cliente pede por e-mail. Quando o preço muda, muda em todo lugar no mesmo instante, e o item que saiu de linha para de aparecer antes de alguém vendê-lo.
- Preço e estoque vindos do ERP
- Abre por link no celular
- PDF gerado com a data de hoje
Empresas que confiam na Vibe
370+ projetos em 10 anos para indústrias, varejistas e marcas que vendem pelo digital. Sites, lojas, portais B2B e agentes de IA no ar e gerando venda para empresas como estas.
O problema
O catálogo em PDF nasce desatualizado.
Ele fica pronto, vai para o e-mail de todo mundo e, na primeira mudança de tabela, perde a validade. Ninguém recolhe o arquivo de volta, e ele continua vendendo por você.
Três versões circulando
A do site, a que o representante salvou no celular e a que o cliente baixou ano passado. Cada uma diz um preço, e vale a que o cliente tem na mão.
A tabela mudou e ninguém avisou
O reajuste sai numa planilha e alguém não lê. Chega o pedido com o preço antigo: honrar e perder margem, ou voltar atrás com o cliente.
Venda de item fora de linha
O cliente programou a produção em cima do prazo prometido, e a fábrica avisa que o item não existe mais. Quem fica mal é quem vendeu.
Atualizar vira projeto
Foto, descrição, código, ficha técnica e preço vivem em lugares diferentes. A decisão vira "deixa para a próxima edição".
O custo escondido
Todo catálogo impresso tem prazo de validade.
O problema está em o PDF ser a única fonte. A partir do dia em que sai, ele só se afasta da verdade.
D+0: sai o catálogo
Preço, mix e foto conferidos. É o único dia do ano em que o arquivo está certo.
D+30: muda um custo
Matéria-prima, câmbio ou frete mexem na tabela de uma linha. O arquivo não sabe, e o cliente também não.
D+90: entra e sai produto
Dois itens saem de linha, três entram. O catálogo oferece o que a fábrica não produz mais e esconde o lançamento.
D+180: vira retrabalho
Pedido errado, orçamento refeito, promessa desfeita. O custo aparece na margem e na confiança.
O catálogo digital é a fonte que passa a mandar no PDF.
Diagnóstico gratuito
Aposente o PDF de dois anos atrás que circula no WhatsApp.
Olhamos a sua linha de produtos e mostramos como ela fica num catálogo atualizado, com ficha técnica e preço por cliente.
Como funciona
Você atualiza num lugar. Muda em todos.
O produto passa a ter um cadastro único: código, descrição, aplicação, foto, desenho, ficha técnica, situação do item e as tabelas de preço com vigência.
Esse cadastro vem do seu ERP ou é mantido no painel, do jeito que fizer sentido para a sua fábrica. Tudo o que o cliente vê nasce dali.
- Catálogo no site, aberto para quem pesquisa o que você fabrica, com busca por código e por aplicação.
- Catálogo do cliente logado, com o mix e a tabela que ele negociou.
- Catálogo do representante, no celular, com a condição de cada cliente da carteira, mesmo sem internet.
- PDF gerado na hora, com a tabela vigente e a data impressa.
O que entra no catálogo
O catálogo que a sua linha de produto exige.
- Cadastro único de produtoCódigo, descrição, aplicação, foto, desenho técnico, embalagem e peso num só lugar.
- Preço por cliente e por tabelaTabela por perfil, condição negociada, desconto por volume e data de vigência. O reajuste entra com data.
- Fora de linha, substituto e lançamentoO item que saiu de produção some da vitrine e aponta o equivalente. O que entrou aparece com destaque.
- Busca por código, aplicação e medidaComprador de indústria busca pelo código antigo, pela medida ou por onde a peça é usada. A busca entende os três, inclusive o código do concorrente.
- PDF e lista de preço sob demandaO cliente clica e recebe o catálogo da linha dele, com a tabela dele e a data de geração no rodapé.
- Integração com o ERP e relatório de interessePreço, estoque e situação vêm do seu sistema. E você vê o que foi mais procurado, o que ninguém encontrou e qual produto puxa orçamento.
Quem vê o quê
Preço na internet fica só para quem tem cadastro.
O medo legítimo de quase toda indústria é expor tabela para o concorrente e atropelar a revenda. A resposta é controlar quem vê o quê, em três níveis.
Visitante: produto sim, preço não
Ficha técnica, aplicação, medidas e foto, tudo que faz você ser encontrado. O preço fica atrás de um pedido de orçamento, que já entra como oportunidade para o comercial.
Cliente com cadastro: o mix e a tabela dele
Entrou com login, vê a linha liberada, o preço da tabela dele e a condição de pagamento acordada. O concorrente não tem cadastro, logo não tem preço.
Representante: a carteira inteira
Vê a condição de cada cliente, o limite de desconto que pode dar e o histórico de compra antes da visita.
Nada disso atropela a revenda
A indústria continua vendendo para quem sempre vendeu. O catálogo só para de exigir um telefonema para responder o que já estava combinado.
Cases
Indústrias com catálogo que trabalha.
Operações diferentes e o mesmo movimento: transformar informação de produto em pedido e orçamento.
Próximo passo
Catálogo que o comprador acha e o representante usa.
Em 30 minutos você sai com o escopo e o caminho para tirar o catálogo do papel.
Continue por aqui
O catálogo é o começo. Depois dele vem o pedido.
Portal B2B
Seu distribuidor compra sozinho, com a tabela dele, e o pedido cai no ERP.
Portal do Representante
Pedido, catálogo e tabela na mão de quem está na rua, online ou na visita.
Tudo para indústria
Do primeiro clique ao pedido: como a Vibe fecha o ciclo comercial de quem fabrica.
O que todo dono pergunta antes de fechar
Perguntas diretas
Não achou a sua dúvida? Em 2 minutos você agenda uma conversa com o time.
Falar com um especialistaVou ter que expor meu preço para o mercado?
Não. Você decide o que cada nível enxerga: visitante vê o produto e pede orçamento, cliente com cadastro vê a tabela dele, representante vê a carteira. A sua política comercial define a regra, e o catálogo passa a cumpri-la sem depender de alguém atender o telefone.
Meus produtos estão numa planilha bagunçada. Dá para começar?
Dá, e quase todo projeto começa assim. A organização do cadastro é uma etapa formal do trabalho: padronizamos código, categoria, atributo e imagem junto com quem conhece o produto na sua empresa. Isso vira escopo com prazo.
E o PDF? Meus clientes pedem o arquivo.
Continua existindo, gerado na hora, com a linha e a tabela daquele cliente e a data impressa. Ele passa a ser uma foto do catálogo naquele momento.
Puxa preço e estoque do meu ERP?
Sim, quando o seu ERP permite, e é o que mapeamos primeiro no Raio-X. Onde não houver integração possível, definimos uma rotina de atualização simples, com responsável e frequência.
Meu representante vai perder espaço para o catálogo?
Ao contrário: ele é o maior beneficiado. Para de vender item fora de linha, para de prometer preço vencido e chega na visita sabendo o que o cliente comprou e o que deixou de comprar.
Quantos produtos ele aguenta?
Linha de indústria costuma ter muito item parecido, com variação de medida e material. O catálogo resolve isso com atributo, filtro e busca por código ou aplicação. O volume da sua linha entra no dimensionamento durante o Raio-X.
Como é o caminho até o catálogo no ar?
Quatro etapas: o Raio-X, sem custo; a organização do cadastro com o seu time; o catálogo com níveis de acesso, PDF e integração com o ERP; e a rotina, com quem mantém, quando e com que aprovação.



