Um cadastro só alimenta o site, o representante na rua e o PDF que o cliente pede por e-mail. Quando o preço muda, muda em todo lugar no mesmo instante — e o item que saiu de linha para de aparecer antes de alguém vendê-lo.
Ele fica pronto, vai para o e-mail de todo mundo e, na primeira mudança de tabela, vira ficção. Só que ninguém recolhe o arquivo de volta — e ele continua vendendo por você.
O problema não é o PDF em si — é ele ser a única fonte. A partir do dia em que sai, ele só se afasta da verdade.
Preço conferido, mix conferido, foto nova. É o único dia do ano em que o arquivo está certo.
Matéria-prima, câmbio ou frete mexem na tabela de uma linha. O arquivo não sabe disso, e o cliente também não.
Dois itens saem de linha, três entram. O catálogo continua oferecendo o que a fábrica não produz mais e escondendo o que ela acabou de lançar.
Pedido errado, orçamento refeito, promessa desfeita com o cliente. O custo do arquivo velho não aparece em nota nenhuma — aparece na margem e na confiança.
Um catálogo digital não é o PDF na tela. É a fonte que passa a mandar no PDF.
O produto passa a ter um cadastro único: código, descrição, foto, ficha técnica, aplicação, disponibilidade e as tabelas de preço. Tudo o que o cliente vê nasce dali.
Alimentado pelo seu ERP ou mantido no painel, do jeito que fizer sentido para a sua fábrica.
Aberto para quem está pesquisando o que você fabrica, com busca por código e por aplicação. É por aqui que chega quem ainda não é seu cliente.
O mix e a tabela que aquele cliente negociou. Mesmo produto, preço dele — sem ninguém precisar consultar o escritório.
Na visita, no celular, com a carteira dele e a condição de cada cliente. Funciona mesmo onde a internet da fábrica do cliente não chega.
O cliente ainda vai pedir o arquivo — e ele continua existindo. Só que agora é gerado no momento do pedido, com a tabela vigente e a data impressa nele.
Código, descrição, aplicação, foto, desenho técnico, embalagem e peso num só lugar. Acabam as três versões da mesma informação em pastas diferentes.
Falar sobre isso → 02Tabela por perfil, condição negociada, desconto por volume e data de vigência. Quando o reajuste entra, ele entra com data — e ninguém mais vende pelo preço do arquivo antigo.
Falar sobre isso → 03O item que saiu de produção some da vitrine e aponta o equivalente. O que entrou aparece com destaque. Ninguém vende o que a fábrica não faz mais.
Falar sobre isso → 04Comprador de indústria não busca por nome bonito: busca pelo código antigo, pela medida ou por onde a peça é usada. A busca entende os três — inclusive o código do concorrente, se for o caso.
Falar sobre isso → 05O cliente clica e recebe o catálogo da linha dele, com a tabela dele e a data de geração no rodapé. O arquivo continua existindo — só parou de ser a fonte da verdade.
Falar sobre isso → 06Preço, estoque e situação vêm do sistema que você já usa. E você passa a saber o que foi mais procurado, o que ninguém encontrou e qual produto puxa orçamento.
Falar sobre isso →É o medo legítimo de quase toda indústria: expor tabela para o concorrente e atropelar a revenda. A resposta é controlar quem vê o quê — em três níveis.
Ficha técnica, aplicação, medidas e foto — tudo que faz você ser encontrado por quem procura o que fabrica. O preço fica atrás de um pedido de orçamento, que já entra como oportunidade para o comercial.
Entrou com o login, vê o que negociou: a linha liberada para ele, o preço da tabela dele e a condição de pagamento acordada. O concorrente não tem cadastro — logo não tem preço.
Vê a condição de cada cliente da carteira, o limite de desconto que pode dar e o histórico de compra antes de entrar na visita. É quem mais ganha com o catálogo vivo.
Nada disso atropela a revenda. A indústria continua vendendo para quem sempre vendeu — o catálogo só para de exigir um telefonema para responder o que já estava combinado. Se a sua política manda direcionar o consumidor final para o distribuidor mais próximo, isso também vira regra no sistema.
Onde vivem hoje foto, descrição, ficha técnica e preço; quantos itens existem de verdade; quem atualiza o quê. Sem custo e sem compromisso.
A parte que ninguém quer fazer e que decide o projeto: padronizar código, categoria, atributo e imagem. Fazemos junto com o seu time, não por cima dele.
Montamos o catálogo, os níveis de acesso e a geração de PDF, e ligamos no ERP para preço, estoque e situação virem do sistema que já manda na fábrica.
Treinamos quem vai manter e definimos a rotina de atualização — quem mexe, quando e com que aprovação. Catálogo vivo é processo, não entrega única.
Desenvolvimento, integração e IA sob a mesma lógica: entender como a sua indústria vende antes de falar de tecnologia. Diagnóstico, escopo e prazo definidos antes de começar.
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O time por trás da estrutura
Não. Você decide o que cada nível enxerga: visitante vê o produto e pede orçamento, cliente com cadastro vê a tabela dele, representante vê a carteira. É a sua política comercial que define a regra — o catálogo só passa a cumpri-la sem depender de alguém atender o telefone.
Dá — e é assim que quase todo projeto começa. A organização do cadastro é uma etapa formal do trabalho: padronizamos código, categoria, atributo e imagem junto com quem conhece o produto na sua empresa. Só que isso vira escopo com prazo, não uma pendência eterna no fim da lista.
Continua existindo, e melhor: é gerado na hora, com a linha e a tabela daquele cliente e a data de geração impressa. O que muda é o papel dele — deixa de ser a fonte da verdade e passa a ser uma foto do catálogo naquele momento.
Sim, quando o seu ERP permite — e é o que mapeamos primeiro no Raio-X. Preço, situação do item e disponibilidade vêm do sistema que já manda na fábrica. Onde não houver integração possível, definimos uma rotina de atualização simples, com responsável e frequência.
Ao contrário: ele é o maior beneficiado. Para de vender item fora de linha, para de prometer preço vencido e chega na visita sabendo o que o cliente comprou e o que deixou de comprar. O catálogo tira dele o trabalho de conferir, não o cliente.
Linha de indústria costuma ter muito item parecido, com variação de medida e material — é justamente esse caso que o catálogo resolve, com atributo, filtro e busca por código ou aplicação. O volume da sua linha entra no dimensionamento durante o Raio-X.
Antes de falar de catálogo, a gente olha o que a sua indústria já tem de informação de produto, onde ela está espalhada e o que isso custa por mês em retrabalho. No fim você recebe um documento com um plano priorizado — e ele é seu, seguindo com a gente ou não.